E é nesse dia que o tempo resolveu colocar, todos os anos, a marca da medida dessa mulher que hoje se diz minha.
Que o seu caminho seja tortuoso, mas nunca incerto.
Que a sua vida seja leve, mas nunca rasa.
E que a sua estrela brilhe forte, aos olhos do seu São Jorge.
Seja livre.
E se não for sempre minha, que seja sempre comigo.
Sempre Letícia.
Feliz aniversário, meu bem. Eu amo você.

E é nesse dia que o tempo resolveu colocar, todos os anos, a marca da medida dessa mulher que hoje se diz minha.

Que o seu caminho seja tortuoso, mas nunca incerto.

Que a sua vida seja leve, mas nunca rasa.

E que a sua estrela brilhe forte, aos olhos do seu São Jorge.

Seja livre.

E se não for sempre minha, que seja sempre comigo.

Sempre Letícia.

Feliz aniversário, meu bem. Eu amo você.

Nov 15. 0 Notes.
Sutileza.

Sutileza.

Nov 10. 0 Notes.
Provavelmente a declaração mais crua que eu li nos últimos tempos.
Eu até tentei escrever o motivo de achar tão bonito, mas falhei.
O que é do peito não tem tradução.
Amo você.

Provavelmente a declaração mais crua que eu li nos últimos tempos.

Eu até tentei escrever o motivo de achar tão bonito, mas falhei.

O que é do peito não tem tradução.

Amo você.

Oct 26. 3 Notes.

"Fyodor Pavlovitch was drunk when he heard of his wife’s death, and the story is that he ran out into the street and began shouting with joy, raising his hands to Heaven: ‘Lord, now lettest Thou Thy servant depart in peace,’ but others say he wept without restraint like a little child, so much that people were sorry for him, in spite of the repulsion he inspired. It is quite possible that both versions were true, that he rejoiced at his release, and at the same time wept for her who released him. As a general rule, people, even the wicked, are much more naïve and simple-hearted than we suppose. And we ourselves are, too."

Fyodor Dostoyevsky - The Brothers Karamazov
Mar 10. 0 Notes.

“I can’t believe there is no way out.

You’ll find you are wrong.

You fill me with doubt.

You were never that strong.”

Feb 25. 0 Notes.
A princípio eu queria letra de máquina de escrever. Achei uma fonte foda na internet e imprimi.
Depois, fiquei em dúvida. Se era pra lembrar dos pecados, não podia ser perfeito. Não podia ser “máquina”. E aí pensei em fazer com minha própria letra.
Mas ia ficar feio.

E eis que surge a solução!
A fonte foi usada, mas quem passou o traço por cima dela foi eu. Depois, pedi pro tatuador fazer DO JEITINHO que eu passei.
Tá aí o resultado.

A princípio eu queria letra de máquina de escrever. Achei uma fonte foda na internet e imprimi.

Depois, fiquei em dúvida. Se era pra lembrar dos pecados, não podia ser perfeito. Não podia ser “máquina”. E aí pensei em fazer com minha própria letra.

Mas ia ficar feio.

E eis que surge a solução!

A fonte foi usada, mas quem passou o traço por cima dela foi eu. Depois, pedi pro tatuador fazer DO JEITINHO que eu passei.

Tá aí o resultado.

Feb 08. 5 Notes.
Scene n. 6
E desde quando o riso e o choro respeitam um ao outro? Desde quando há paciência para que a última lágrima escorra antes de abrir-se o primeiro sorriso?
Um mesmo dia pode ser feito (ou desfeito) pelas simultaneidades complexas que decorrem sempre dos disparates eventuais, que traduzem-se e trespassam as veias, deixando pelo coração qualquer resíduo de alguém. Cada pedaço levado no sangue, cada restinho do que um dia já foi, é colhido e recolocado fora de ordem. Dói mais.
E não bastando o coágulo desforme, feito com as letras embaralhadas de um nome, vão ali os salpicos de cada palavra de carinho e de apoio, de cada reflexão ou desejo de alegrias ou prosperidades. E ficam o corpo e a alma sujeitos às quantidades e ao balanceamento tortuoso de uma mera equação química.
Daí vêm uma série de surpresas ou desencontros particulares. É estranho viver no amparo e sentir-se sozinho. É estranho manter a distância daquilo que só clama proximidade. É aterradora a ideia de ter presente uma ausência tão grande, e muito pior saber ausente uma presença tão significativa.
É absolutamente desconcertante ferir-se tanto com o sorriso da chegada quanto com os olhos marejados da partida. E saber que tudo o que é tão concreto e real - o cheiro, o sorriso, o corpo, os olhares - embora carregados do que há de mais fino na história, deixam de ser e de significar, pelo andamento irônico do próprio tempo que passou. Tudo o que é sólido desmancha no ar.
E é também no mínimo curioso tentar canalizar o amor que derramo no chão, desaproveitado, enquanto tenho ao meu redor quem o derrame em mim. Que as amizades saibam: amo vocês. Obrigado pelo apoio surpreendente dos últimos dias. Sinto-me mal, inclusive, por insistir em não conseguir melhorar. Por ver o esforço de cada um para que surja denovo o meu sorrir, eu agradeço. Pela falta do sorriso, peço desculpas.
Um dia (e que esse dia não demore), o Thales volta. Aquele que todo mundo conhece. Mas por enquanto é esse aqui que aparece, que respira, que segura na garganta o nó de ter que aceitar as imposições que a vida nos traz. Eu não posso dizer que não me avisaram. Na poesia já estava dito: “Nada pode o olvido / contra o sem sentido / apelo do Não.”
E nada me resta senão pagar a penitência que o tempo me cobra. Ignorar a distância entre os quereres e os poderes, abrir mão da mesquinharia de ter, na mesa, a diferença brutal entre merecimento e fato, o desencontro marcante entre a hipótese e o concreto.
E embora falte a fé necessária para saber-me capaz disso tudo, fica aí o desafio.
Um dia te esqueço.
Mas quem disse que eu mereço?

Scene n. 6

E desde quando o riso e o choro respeitam um ao outro? Desde quando há paciência para que a última lágrima escorra antes de abrir-se o primeiro sorriso?

Um mesmo dia pode ser feito (ou desfeito) pelas simultaneidades complexas que decorrem sempre dos disparates eventuais, que traduzem-se e trespassam as veias, deixando pelo coração qualquer resíduo de alguém. Cada pedaço levado no sangue, cada restinho do que um dia já foi, é colhido e recolocado fora de ordem. Dói mais.

E não bastando o coágulo desforme, feito com as letras embaralhadas de um nome, vão ali os salpicos de cada palavra de carinho e de apoio, de cada reflexão ou desejo de alegrias ou prosperidades. E ficam o corpo e a alma sujeitos às quantidades e ao balanceamento tortuoso de uma mera equação química.

Daí vêm uma série de surpresas ou desencontros particulares. É estranho viver no amparo e sentir-se sozinho. É estranho manter a distância daquilo que só clama proximidade. É aterradora a ideia de ter presente uma ausência tão grande, e muito pior saber ausente uma presença tão significativa.

É absolutamente desconcertante ferir-se tanto com o sorriso da chegada quanto com os olhos marejados da partida. E saber que tudo o que é tão concreto e real - o cheiro, o sorriso, o corpo, os olhares - embora carregados do que há de mais fino na história, deixam de ser e de significar, pelo andamento irônico do próprio tempo que passou. Tudo o que é sólido desmancha no ar.

E é também no mínimo curioso tentar canalizar o amor que derramo no chão, desaproveitado, enquanto tenho ao meu redor quem o derrame em mim. Que as amizades saibam: amo vocês. Obrigado pelo apoio surpreendente dos últimos dias. Sinto-me mal, inclusive, por insistir em não conseguir melhorar. Por ver o esforço de cada um para que surja denovo o meu sorrir, eu agradeço. Pela falta do sorriso, peço desculpas.

Um dia (e que esse dia não demore), o Thales volta. Aquele que todo mundo conhece. Mas por enquanto é esse aqui que aparece, que respira, que segura na garganta o nó de ter que aceitar as imposições que a vida nos traz. Eu não posso dizer que não me avisaram. Na poesia já estava dito: “Nada pode o olvido / contra o sem sentido / apelo do Não.”

E nada me resta senão pagar a penitência que o tempo me cobra. Ignorar a distância entre os quereres e os poderes, abrir mão da mesquinharia de ter, na mesa, a diferença brutal entre merecimento e fato, o desencontro marcante entre a hipótese e o concreto.

E embora falte a fé necessária para saber-me capaz disso tudo, fica aí o desafio.

Um dia te esqueço.

Mas quem disse que eu mereço?

Feb 06. 0 Notes.
[Flash 9 is required to listen to audio.]

Ouve pelo menos essa.

Está na minha cabeça pelos últimos dois meses, e a letra é sua.

Feb 03. 0 Notes.
[Flash 9 is required to listen to audio.]

E aí a gente recebe uma mensagem que nos remete a essa música.

Vamo rir, Brasil?!

Feb 01. 1 Notes.
PBF Comics. The best thing since fucking FIRE!

PBF Comics. The best thing since fucking FIRE!

Jan 28. 0 Notes.
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